Avora Cosméticos · 2026

Briefing
Criativo
para UGC

Tudo que você precisa saber para criar conteúdo autêntico, diferente e que realmente converte para a Avora.

Para criadores · Uso interno

01 — A marca

Você está
representando algo
que importa.

A Avora não é uma marca que nasceu ontem para surfar uma tendência. São mais de 20 anos formulando produtos capilares para o cabelo brasileiro — aquele que a maioria das marcas gringas não entende, não prioriza e nunca vai entender de verdade.

Enquanto o mercado enchia as prateleiras com embalagens bonitas e promessas vazias, a Avora foi desenvolvendo linhas com ativos que funcionam de verdade: extrato de mandioca, gengibre, ginseng, argan marroquino, entre muitos outros. Ingredientes com propósito. Formulações com resultado. Preços que não excluem ninguém.

Essa é a marca que você está representando. Não um hype passageiro — uma marca que já estava na prateleira de muitas casas antes de você começar a criar conteúdo. Isso é uma herança. Leve isso com você na hora de gravar.

+20

Anos de formulação real

Uma marca que resistiu a tendências porque entregou resultado — não porque pagou pelo buzz.

100%

Feita para o cabelo brasileiro

Cada linha foi pensada para os tipos de fio, clima e rotina que marcas internacionais ignoram.

Formulação com consciência

Sem parabenos, sem sal, sem ingredientes de origem animal e não testada em animais. Isso não é marketing — é o padrão da Avora desde antes de virar tendência.

Roteiro base
que funciona

Isso não é um roteiro para decorar. É um norte. Use como referência, não como script. O que a gente quer ver é naturalidade, espontaneidade e — se vier — humor. O melhor conteúdo vai nascer quando você soltar a imaginação dentro dessa estrutura, não quando você seguir ela à risca.

0–3 seg

Abre com um problema real

Nada de "ei, deixa eu te mostrar um produto incrível". Abra falando de uma dor concreta do seu dia a dia com o cabelo. O algoritmo ama isso. O ser humano também.

Ex: "Meu cabelo estava tão sem vida que eu nem queria soltar mais fora de casa."
3–8 seg

Mostra o produto de forma natural

Não precisa ser um close perfeito com luz de estúdio. Pode ser na bancada do banheiro, no chuveiro, na sua mesa. O que importa é que pareça parte da sua rotina de verdade.

Mostre o produto sendo usado, não só na mão parado.
8–20 seg

O "antes e depois" emocional

Não precisa mostrar o antes feio e o depois perfeito. Fale como você se sentia antes e como você se sente agora. Emoção vende mais do que resultado visual.

Ex: "Depois de duas semanas, voltei a gostar de olhar pro meu cabelo."
20–30 seg

Um detalhe técnico simples

Cite UM ingrediente ou benefício real do produto — não uma lista. Isso passa credibilidade sem parecer anúncio de TV. Escolha algo que você realmente achou interessante.

Ex: "Ele tem extrato de gengibre, que eu nunca tinha visto em shampoo antes."
30–45 seg

Fechamento com personalidade

Esqueça o "compre agora no link da bio" robótico. Termine do jeito que você terminaria uma conversa com uma amiga. Natural, direto, com a sua voz.

Ex: "Se o seu cabelo tá pedindo socorro igual o meu tava, vale muito experimentar."

O que fazer e o que
evitar a todo custo

Não fazer

Abrir o vídeo com "Oi gente, hoje eu vim aqui falar…"
Fazer cara de espanto no hook sem contexto real
Listar 5 benefícios seguidos como se fosse bula
Usar iluminação ou cenário que pareça set de filmagem
Falar que é "o melhor produto que já usei" sem contexto
Terminar com call to action genérico e forçado
Copiar o roteiro de outro vídeo que você viu performando bem

Fazer

+Começar já no meio da ação ou da frase — sem introdução
+Falar do tipo de cabelo específico que você tem
+Mostrar o produto em ambiente real (banheiro, quarto, cabide)
+Citar a linha correta (Raízes, Lisant, Marroquine…) pelo nome
+Usar o seu jeito de falar — sem decorar roteiro palavra por palavra
+Mostrar a textura, cheiro (reação), espuma — os detalhes sensoriais
+Terminar com algo que você diria para uma amiga, não para uma câmera

Fugindo do formato
padrão

Você não precisa fazer o vídeo "clássico de UGC". Aqui estão formatos que estão performando melhor e que a Avora quer explorar:

Formato 01

Rotina real

Filma a rotina de cuidado do cabelo sem corte. Sem edição dramática. Só você no banheiro fazendo o que já faz. O produto aparece naturalmente.

Formato 02

Conversa de corredor

Fala como se estivesse respondendo uma amiga que te perguntou o que você mudou no cabelo. Sem câmera na mão, sem enquadramento perfeito — só a naturalidade de quem tem uma dica boa pra dar.

Formato 03

Reação honesta

Primeira vez usando o produto ao vivo. Mostra a textura, o cheiro (a reação ao cheiro vende muito), a aplicação. Sem script.

Formato 04

Antes sem produto

Começa mostrando o cabelo cansado, sem vida. Sem filtro. Aí apresenta o produto como o que mudou isso — com resultado real, não mágico.

Formato 05

Mini tutorial

Ensina algo: como usar o Banho de Brilho corretamente, quanto produto usar, de quanto em quanto tempo. Conteúdo educativo converte muito bem.

Formato 06

POV criativo

Use o formato POV para criar uma situação engraçada ou inesperada em torno do produto. Humor e criatividade funcionam muito bem no orgânico — e a Avora quer ver isso acontecer.

O conteúdo que
a Avora quer ver

Formatos e abordagens que acreditamos ter potencial real — baseados no que está convertendo nos mercados mais maduros de beleza do mundo e no que faz sentido para o nosso público.

Hair Twin

Fale só para quem tem o seu cabelo

Esqueça o público geral. Fale diretamente para quem tem o exato mesmo tipo de fio que você. Cacheado 3C seco, liso poroso, loiro com mechas, cabelo fino pós-química. Quanto mais específico, mais a pessoa sente que o conteúdo foi feito pra ela.

Abra assim: "Se você tem cabelo [tipo específico], esse vídeo é literalmente pra você."
Hook negativo

Pare de abrir dizendo que o produto é bom

Pesquisas com 500+ anúncios de beleza mostram que hooks negativos superam hooks positivos consistentemente. "Para de fazer isso com o seu cabelo" ou "Esse erro está destruindo o seu fio" prendem mais do que qualquer elogio. Funciona porque ativa o instinto de proteção — não a curiosidade sobre um produto.

"Eu arruinei meu cabelo por 3 anos fazendo isso. Ninguém me contou antes."
ASMR capilar

Venda a textura, o cheiro, a espuma

Conteúdo sensorial é um dos maiores trends globais em hair care. Mostrar a textura do produto saindo da embalagem, o som da espuma no cabelo, a consistência da máscara — isso funciona como amostra digital. O público não consegue tocar ou cheirar. Você faz isso por eles.

Filma o produto em close extremo. Som ambiente limpo. Nada de música por cima.
Get Un-Ready

Mostre o cabelo de verdade — antes da magia

O GRWM (Get Ready With Me) já foi. O que está superando em engajamento globalmente é o inverso: mostrar o cabelo cansado, sem tratamento, com ressecamento real. Perfeição cria distância. Imperfeição cria conexão. Você ganha o direito de mostrar o resultado só depois de mostrar a realidade.

Não use ring light no "antes". Luz natural, câmera real, cabelo honesto.
Skinificação

Trate o couro cabeludo como pele

O mercado global de hair care está sendo dominado por uma linguagem nova: a do skincare. Marcas que falam de "barreira do couro cabeludo", "porosidade", "ativos penetrantes" estão convertendo muito mais. A Avora tem ingredientes com essa profundidade — gengibre, ginseng, extratos botânicos. Use esse vocabulário.

"Eu comecei a tratar o meu couro cabeludo como trato a minha pele — e foi isso que mudou tudo."
Plot twist

Começa como uma coisa, vira outra

O vídeo abre parecendo um desabafo, uma situação engraçada do dia a dia, um momento íntimo — e de repente o produto entra como parte da solução, sem avisar. Não parece ad porque não começa como ad. É um dos formatos que mais prende atenção porque o espectador não sabe pra onde vai.

"Passei semanas odiando lavar o cabelo. Aí descobri que o problema não era eu — era o que eu tava usando."
Objeção na câmera

Fale o que as pessoas pensam mas não dizem

Os anúncios de beleza que duram mais de 180 dias no ar são os que respondem objeções diretamente. "Mas será que funciona em cabelo tingido?", "É caro demais?", "Não vou ter alergia?". Quando o criador verbaliza a dúvida que o espectador tinha na cabeça, a resistência cai.

Escolha UMA objeção real e responda com experiência pessoal — não com argumento de venda.